Faça a vida valer a pena!

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Será que a história de sua vida vale a pena ser contada? Não em um filme ou um livro, mas contada para os seus netos mesmo.

Você, obviamente, terá histórias de trabalho duro, dedicação para cuidar da família, superação das dificuldades mas… a vida de todos não é assim? Ou não deveria ser assim? Quero saber o que você fez de realmente especial, notável, que lhe dê orgulho por saber que foi atrás de um sonho aparentemente inalcançável naquele momento e chegou lá.

TC Bank-Dream Rangers-1

Ao final desse post eu coloquei um vídeo bem popular na internet e resolvi disponibilizá-lo aqui para ilustrar algumas questões :

  • Quantas vezes deixamos de fazer algo que queríamos muito fazer, alegando “deixar pra depois” e esse “depois” ainda está por vir, mesmo depois de anos ?
  • Quantas vezes deixamos de dizer à alguém o quanto gostamos dele(a) e a oportunidade passa ? Às vezes sem chance de existir uma nova oportunidade por motivos que só Deus conhece.
  • Quantas vezes pensamos em telefonar para aquele amigo/parente distante quando sentimos saudades mas ao invés de ligar, esperamos a “vontade passar” ? E ela invariavelmente passa.
  • Quantas vezes colocamos o que “os outros” – leia-se família, filhos, esposas, pais, amigos, chefes, etc…- querem acima do que queremos, do que sentimos, do que sonhamos ?

Não estou dizendo que temos de sair fazendo – irresponsavelmente – tudo aquilo que nos dá na telha, mas existem sonhos que são importantes demais para serem colocados em segundo plano. E não me refiro apenas ao motociclismo ou coisas ligadas à ele – são coisas da vida. Realizações que, quando não concretizadas, geram frustrações que irão nos assombrar pelo restos de nossos dias. No final das contas, o que vale mesmo não são quantos anos nós vivemos mas como vivemos nosso anos de vida. Não dá pra chegar no final da vida e se arrepender de não ter feito algumas coisas. Pelo menos pra mim , não dá.

Prefiro lidar com as consequências de ter posto em prática planos mirabolantes, do que com a frustração e a sensação de derrota do “e se eu tivesse feito…”.

Como eu disse, o vídeo é bem popular, mas mesmo assim assistam e reflitam.

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